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Fortaleza, 19 de maio de 2012 |
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Notícias26/01/2012 - Governo e setor privado investem mais em inovação tecnológicaA empresa Pumar contratou o Senai do Paraná para que seja realizado o pateamento de um guarda-sol com nova tecnologia. A empresa parará o serviço em 24 vezes valendo-se do cartão BNDES, que passou a apoiar operações de inovação tecnológica realizadas por micros e pequenas empresas. Em um outro patamar, o Instituto Euvaldo Lodi – IEL, ligado à Confederação Nacional da Indústria – CNI, fez convênio com o Serviço Nacional de Aprendizado Industrial – Senai e com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial – Inpi para capacitar técnicos e difundir informações sobre Propriedade Industrial. No período de março de 2010, deverá ser lançado o “Programa de Propriedade Intelectual para a Indústria” que concluirá capacitação de técnicos do Senai e do IEL e o lançamento de publicações sobre o tema para empresários e demais públicos. A atual coordenadora do convênio IEL-Senai-Inpi, Diana Jungmann, afirmou que o Senai possui centros tecnológicos que funcionam como fonte de informação tecnológica. Ela diz que os centros serão locais de fornecimento de informações sobre propriedade intelectual com foco em tecnologia. Foi dito que parte do convênio envolveu capacitação em propriedade intelectual de 80 técnicos do IEL e do Senai dentro de um projeto-piloto. Já a capacitação de técnicos do IEL tiveram foco na gestão de bens que envolvem propriedade intelectual. Neste cenário, é considerado que as micro e as pequenas empresas possuem grande potencial de inovação. O conceito é pensar a inovação de forma ampla, envolvendo não só produtos, mas também gestão. O presidente do Inpi, Jorge Ávila, diz que o potencial do depósito de patentes por micros e pequenas empresas brasileiras é maior do que o registrado. Em 2008, 435 microempresas solicitaram registro de patentes ao Inpi, alta de 50% em relação há dois anos. É considerado que as empresas estão investindo em inovação, mas por muitas vezes elas não realizam registro de patente por vários fatores, incluindo falta de informação sobre como proteger o determinado produto. Rodrigo Bacellar, atual chefe do departamento de operações com internet do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, afirmou ter reconhecimento que é incomum que empresas que produzem itens usados no dia-a-dia registrem patentes. Ele diz que pretende estimular exatamente esta área. Após serem credenciadas, as instituições se afiliam a uma das bandeiras de crédito disponíveis e montam catálogo de serviços no portal. Para conseguir o crédito, é descartada a apresentação de projeto uma vez que o cartão BNDES determina-se como uma linha de financiamento com limite de crédito pré-aprovado. Fonte: www.protec.org.br Últimas Notícias17/04/2012 - Dow Brasil: Complexo Industrial na Bahia17/04/2012 - FAZER SANEAMENTO AMBIENTAL EM SALVADOR DE OUTRA FORMA É POSSÍVEL10/04/2012 - Indústria cearense cresce 8,3 por cento e lidera ranking no País10/04/2012 - Banco Mundial: Novos investimentos impulsionam desenvolvimento do Ceará e do NE10/04/2012 - Banco Mundial: Cid Gomes apresenta oportunidades de investimentos no Ceará09/04/2012 - MP-CE debate política nacional de saneamento básico |
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